ou aragem de cinzas finas
- a depender dos destroços-
sexta-feira, 3 de abril de 2015
ARESTA
No sólido geométrico com quinas
de papelão O dentro a dentro não cabe o pulso O dia a dentro não sabe o quanto O espaço pouco não cabe o sopro ferve cansa desiste
Carnes duras na manhã de cimento pés descalços com a fome de todos os dias sem a euforia necessária ao grito Tudo se cala somente o silêncio de um urubu em móbile de fios de nylon Nesse céu de sabão em pó