Piso na areia
Com a bexiga cheia
Não há postes na aldeia
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Oriente
Os números diziam coisas óbvias que ela
Contudo não compreendia
O tempo e a direção das coisas eram um mistério
Não sabia de que lado vinha o vento, por não saber de que lado vinha o sol
Nas pernas de louça uma força de macho
Nas costas envergadas um peso
suportável
No silêncio que trazia consigo: todas as palavras do mundo
E o mundo
Este
Não era possível descrever
Contudo não compreendia
O tempo e a direção das coisas eram um mistério
Não sabia de que lado vinha o vento, por não saber de que lado vinha o sol
Nas pernas de louça uma força de macho
Nas costas envergadas um peso
suportável
No silêncio que trazia consigo: todas as palavras do mundo
E o mundo
Este
Não era possível descrever
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Dias
Em estado de céu
-pleno de lágrimas suspensas
Ela sonda o verso
-esquivo e fraco.
Filtra o tempo entre fronhas azuis
e olha solene a flor que pendula
no arco de secos galhos
-pleno de lágrimas suspensas
Ela sonda o verso
-esquivo e fraco.
Filtra o tempo entre fronhas azuis
e olha solene a flor que pendula
no arco de secos galhos
sábado, 11 de outubro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Nunca oca
E só agora as coisas tomam forma de ostras e bumerangues, são prematuras e tardias, são de se arrepender e se orgulhar, são minha cara e careta, são “serás”.
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